quinta-feira, 21 de julho de 2011

Sem ser brega .

Matheus Souza, jovem cineasta, tem uma coluna no Megazine, do O Globo. Infelizmente não é um blog, ou seja, não podemos ler as postagens mais antigas. Nela, ele fala sobre qualquer coisa: sua vida profissional, sua vida pessoal, algumas opniões. Aquí vai uma das últimas postagens, em que ele fala sobre uma garota.
O texto é um pouquinho grande, mas merece ser lido,  pois é um exemplo de que para ser romântico, não precisa ser irritantemente cafona.

"Eu tenho um problema muito sério. Não sei escrever quando estou apaixonado. Quer dizer, até sei. Isto aqui é um texto. Tem letras que formam palavras, e algum sentido deve fazer. Mas, em algum momento, esta coluna vai ficar cafona. Não consigo me controlar. Fuja enquanto há tempo! Enquanto isso ainda é apenas um primeiro parágrafo espirituoso! Seu tempo está acabando.O segundo parágrafo tá chegando aí, e, com ele, toda a cafonice sentimental que quero compartilhar com o mundo. Eu sei que podia escrever algo criativo e elaborado pra traduzir tudo isso que tá passando dentro de mim por causa dessa pessoa, mas a verdade é que, quanto mais tempo eu passo pensando em coisas criativas, menos tempo eu passo só olhando pra ela.

E eu adoro olhar pra ela. Eu adoro quando falo uma coisa bobinha absurda, e ela gosta tanto que retribui com um beijo de intensidade ligeiramente maior. Eu adoro quando ela fala que é muito diferente de mim. Eu adoro quando ela fica olhando pra mim e, do nada, arregala os olhos. Eu adoro quando ela sorri sem mostrar os dentes. Eu adoro quando ela sorri mostrando os dentes. Eu adoro quando ela não está sorrindo e mostra os dentes mesmo assim, por acaso, mesmo que isso nem seja uma ocasião tão específica assim. Mas eu adoro.

Eu adoro quando ela implica com o meu time. Eu adoro como a bateria do celular dela também acaba rápido como a do meu. Eu adoro quando ela enrola um pano na cabeça sem a menor explicação. Eu adoro o fato de que ela ama comer besteira. Eu adoro o fato de que ela come os mesmos sanduíches que eu no Bob's e no McDonald's. Eu adoro quando ela compra milhares de balas 7 Belo pra mim e pra equipe. Eu adoro o fato de que ela parece não ter muita coordenação motora na hora de passar o esmalte nas unhas.

Eu adoro o cabelo dela solto. E adoro quando está preso. E adoro quando ela prende meio mal e alguns fios de cabelo rebeldes ficam caídos. Eu adoro o vídeo dela dançando "Single ladies". Eu adoro como ela não tem muita paciência pros meus ataques de insegurança neurótica e me faz parar com todo o drama com um simples "shhhh".

Eu adoro o fato de que nossos iPods só têm três artistas em comum. Eu adorei cantar Fábio Jr. com ela hoje na van para as filmagens. Eu adoro a risada dela. Como eu adoro a risada dela! Acho que eu adoro mais a risada dela do que batata frita. E do que molho barbecue. E do que Torrent. E do que ar-condicionado. Acho que se eu baixar um Torrent rápido enquanto como batata frita com molho barbecue num lugar com ar-condicionado ao som da risada dela, posso explodir de euforia.

Eu adoro nosso jogo de falar pequenas coisas sobre nós que o outro ainda não sabe. Eu adoro a competência profissional dela. Eu adoro quando o time dela começa perdendo um jogo, e ela fica bravinha de um jeito fofo. Eu adoro quando o time dela vira o jogo, eu digo que foi porque eu comecei a torcer, e ela me dá um beijo empolgado.

Eu adoro quando ela imita o barulho de um sugador de dentista. Eu adoro quando ela imita o barulho que um bebê faz quando toma a mamadeira. Eu adoro as imitações específicas aleatórias dela.

Eu adoro quando ela me liga. Acabou de me ligar, aliás, para saber se eu já tinha decidido o tema da coluna desta semana. Eu disse que ia escrever sobre o final das filmagens. Ela achou uma boa ideia. Espero que ela goste do que o texto acabou virando também.

Eu adoro ela."

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Criatividade .

Seguindo o caminho da ultima postagem, hoje vamos mostrar outra campanha publicitária, que chama a atenção pela criatividade.

Super-herói,
filmes nacionais,
filmes estrangeiros,
Madonna,
Garota de Ipanema,
Alcione, Parangolé.
Tem para todos os gostos.












quinta-feira, 14 de julho de 2011

Precisamos ?

O Bejin se transformou em mais blog abandonado,
mas isso vai mudar a partir de agora!

O que tem pra hoje é a imagem de uma campanha um pouquinho antiga e muito interessante da Unimed.

 
É legal reparar a frase da campanha, escrita no canto inferior  direito : "Você não precisa de tanto para ser feliz". 
E em baixo está escrito "Viva Hoje".
A parte escrita conclui excelentemente a parte visual, uma imagem que rapidamente passa a mensagem desejada, mas que  pode levar a descrições/reflexões nada rápidas, de tão boa que é.
Dependendo da origem da campanha, seria pura hipocrisia, mas esta é uma campanha totalmente coerente, por ser de uma empresa do setor de Saúde.

Feliz seríamos se coisas assim nos convencesse.


segunda-feira, 25 de abril de 2011

Páscoa na Alemanha



A páscoa foi ontem, já passou. Ok. Mas nunca é tarde para mostrar coisas legais.
E eu achei super legal a ideia de uma familia alemã, de Saalfeld, de decorar uma macieira com quase 10 mil ovos pintados artesanalmente. Três deles voce vê aqui ao lado, mas se voce Clicar aqui vai ver as quatro lindas images postadas no site da Uol.

sábado, 23 de abril de 2011

É tão bonito!

Estava passeando pelo Tumblr da Jade Ottoni (que leio faz um tempinho) e me deparei com esse vídeo e adorei! As imagens, a música, tudo tão bem feito, tão sincronizado. Dá vontade de ver mais e mais vezes.

Música do dia

Se um dia eu casar, com certeza vai ser ao som dessa música.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Auto-Estima

"O espelho só conta a metade da história."

A frase foi dita pela mãe da Branca de Neve, em 'Deu a louca na Branca de Neve'.
Lembrei de uma vez que falei com a minha mãe que certa menina era bem "pão-com-ovo", mas se achava um "Big Mac" e fazia todos acreditarem que ela era um "Big Mac".
Minha mãe disse que ela estava certa, e erradas eram as meninas bonitas que não enxergam a própria beleza...
E é isso aí: o espelho conta uma metade da história e a outra metade você inventa.
Cabe a você decidir como a outra metade da história vai ser, e como voce quer que os outros vejam essa história.